Os Quatro Compromissos

Eu: “Meu amor, vou escrever um novo post no blog! Caramba meu amor, o post do casamento teve 90 likes até agora…”

Meu amor: “Tava na hora né?”

Esse foi o diálogo que acabei de ter com meu amor. Essa simples frase dela: “Tava na hora né?” pode ter várias interpretações, mas eu não questionei o que ela queria dizer, só sorri e respondi que vou escrever. As coisas são aquilo que você quer que elas sejam, e neste momento, quero que essa frase dela signifique: “tava na hora né meu amor? escreve mais, eu gosto tanto quando você escreve, estou sentindo falta!” Me surpreendo a cada dia com o blog, nunca poderia imaginar que ouviria isso do meu amor!

Mas, o post de hoje não era para falar disso, e sim do “Os Quatro Compromissos“. Viram como eu comecei uma frase com preposição adversativa? Me ensinaram que é errado. Ensinaram-me também que começar frase com pronome oblíquo também errado, mas aqui no blog, não tem certo e errado. Usar dois também na mesma frase é errado?

Beleza, agora vou parar de desviar do assunto. Ou não né? Só porque eu já escrevi o título do post eu tenho que ir até o fim falando disso? Viva mais uma vez a liberdade de ter um blog! Por falar em desviar de assunto, olha esse .gif que achei que sacaneia como seria se o noivo é que jogasse o buquê:

Se o noivo que jogasse o buquê!
Se o noivo que jogasse o buquê! Fonte: http://comoeumesintoquanto.tumblr.com

Ok, agora vamos falar do que se trata Os Quatro Compromissos. É um livro que me foi indicado por um empresário e investidor anjo iraniano no Vale do Silício, em dezembro do ano passado. (Mehrdad, valeu pela indicação, o livro é fantástico). Não me lembro bem sobre o que conversávamos no momento, mas ele me perguntou se eu já havia lido esse livro. Falei que não. Ele trouxe o livro no assunto porque na situação eu havia falado alguma coisa baseada em uma pressuposição. E um dos quatro compromissos do livro é exatamente: “Nunca faça pressuposições.”.

O acordo “Nunca faça pressuposições” é o terceiro dos quatro e o capítulo do livro que trata dele, inicia-se explicando o problema de ser fazer pressuposições: “o problema é que a gente acredita que a pressuposição é uma verdade. Quando fazemos pressuposições, geramos desentendimentos, levamos as coisas pro lado pessoal e criamos um drama à toa.”

Ainda sobre o terceiro acordo, o autor, Don Miguel Ruiz, diz que é muito interessante como a mente humana funciona. “A gente precisa justificar tudo, explicar e entender tudo, para sentirmos seguros. Não importa se a resposta é certa, o fato de termos uma resposta nos deixa seguro e é por isso que fazemos pressuposições. Fazemos todo tipo de pressuposições porque não temos a coragem de fazer perguntas.”

Calma, não vou reescrever o capítulo todo aqui, só mais um pouquinho, acho que vale muito a pena!

As pressuposições são feitas tão rápidas e inconscientemente na maioria da vezes porque a gente fez acordos para se comunicar assim. A gente fez acordos de que não é seguro fazer perguntas; fizemos acordos que se as pessoas amam a gente, elas devem saber o que queremos ou sentimos. Quando acreditamos em algo, assumimos que estamos certos sobre aquilo e estamos dispostos a destruir relacionamentos para defender nosso ponto.

(…)

Assumimos que todo mundo vê a vida como nós vemos. Assumimos que os outros pensam como pensamos, sentem como sentimos, julgam como julgamos, abusam como abusamos. Essa é a maior pressuposição que os homens fazem. É por isso que temos medo de sermos nós mesmos perto dos outros. Porque achamos que todo mundo vai nos julgar, nos vitimar, nos abusar e nos culpar se formos nós mesmo.

Quem curtiu essas passagens, deve estar curioso para saber quais são os outros compromissos. Eis:

  1. Seja impecável com sua palavra.
  2. Não leve para o lado pessoal.
  3. Não pressuponha.
  4. Sempre dê o seu melhor.

Minha intenção agora não é filosofar sobre o assunto, mas apenas compartilhar com vocês um pouco do livro, que mudou a minha vida. Na verdade eu nem sabia exatamente qual era a intenção do post quando comecei a escrever, simplesmente foi o que me deu vontade na hora #planwhileyoudo .

Eu achava já que praticava esses compromissos, mas a maneira como o livro explica e define cada um fez uma diferença enorme pra mim. Eles formam a base de todos os outros compromissos que eu vier a ter. Me ajuda a viver mais focado, seguro e tranquilo. Tem muito a ver com o post do Jantar Filosófico que postei há alguns dias: ser impecável com minha palavra e dar o meu melhor me faz ter a consciência tranquila. Não pressupor as coisas e não levar as coisas pro lado pessoal me fazem ter fé no futuro.

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