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Como fazer um discurso de casamento? Versão para o noivo!

Aproveitando que muita gente curtiu o casamento e o meu discurso, queria compartilhar como eu o estruturei.

Fiz umas pesquisas na internet, assisti a uns vídeos no YouTube, tanto em inglês como em português e vi que a estrutura é muito parecida, mas a forma pode mudar bastante e está associada a personalidade de cada um.

Quem foi ao casamento percebeu que não queríamos uma cerimônia tão tradicional e variamos um pouco quanto a celebração. Quem celebrou nosso casamento foram: um casal de amigos, minha tia e o irmão da Pá. Não teve padre e nem juiz de paz.

Depois de fazer a pesquisa, estruturei meu discurso da seguinte forma:

  • Não preparei nada para o altar, mas o microfone foi parar nas minhas mãos e então acabei falando. Mencionei que meu discurso ficaria para a recepção no salão e só falei um pouco: que no geral eu não estava nervoso, só quando eu parava pra imaginar a noiva entrando de branco em direção ao altar. É de arrepiar, umas das maiores emoções da minha vida!
  • Preparei um discurso para a recepção da seguinte forma:
    • Agradecimentos para a minha nova família:
      • Sogrona
      • Dinda da Pá
      • Meus 5 novos irmãos, os irmãos da Pá.
    • Agradecimentos para minha família:
      • Minha mãe
      • Meu pai
      • Meus irmãos
    • Padrinhos
      • Falei uma frase sobre cada um deles.
    • Agradecimento a todos
    • Agradecimento para quem veio de longe
    • Agradecimento especial para nosso casal de amigos, minha tia e o irmão da Pá, que celebraram o casamento.
    • Agradecimento à noiva, a mulher da minha vida!

Como eu falei, a forma como o agradecimento vai ser dado, depende da personalidade de cada um, nos meus eu acrescentei um pouco de humor, porque é como eu gosto de levar a vida. Uns são mais sérios, outros mais românticos, tem gente até que canta durante o discurso, cada um deve procurar o seu próprio estilo.

Confira abaixo o vídeo com os meus agradecimentos:

[youtube=https://www.youtube.com/watch?v=DqUY1Jqa31o]

De tanto me perguntarem se eu estava nervoso, e eu não estava, tive uma ideia e preparei uma história pra contar logo depois dos agradecimentos, que explicava como eu conseguia ficar tranquilo tão perto do casamento. Eu conseguia não ficar nervoso porque tinha certeza que estava casando com a mulher da minha vida. Como eu tinha certeza que ela era a mulher da minha vida? Isso eu conto neste post: Provas de Amor da Mulher da Minha Vida.

E aqui vão algumas outras dicas.:

  • Prepare o discurso com antecedência (comecei um dia antes e terminei no dia do casamento);
  • Tente não falar mais do que 4 minutos (agradeci 6min e contei das Provas de amor da Pá em mais 3min )
  • Faça o discurso em pé (I got it!)
  • Procure dizer o nome das pessoas. Por exemplo: quando disser padrinhos, fale o nome deles;
  • Sapeque uma pitada de humor (eu nem me preocupo se os outros vão rir, eu rio de mim mesmo sozinho hehe);
  • Manere na bebida, proferir o discurso bebalhaço não é uma boa (acho que eu só tinha tomada uma caipiroska e nem dá pra perceber).

Bom pelo que vocês viram, eu mesmo não segui muito bem as dicas, mas é aquele ditado: façam o que eu falo, mas não façam o que eu faço!

Abs

Provas de Amor da Mulher da Minha Vida – Discurso de Casamento

Bom dia. Sexta-feira fomos eu e meu amor na Salinha Filmes assistir aos clips do nosso casamento (12.10.2013). Eles ficaram simplesmente incríveis, a Pá já assistiu umas 10 vezes!

Abaixo está o clip de 2min que conta a estratégia que criei e usei para descobrir se a Pá era realmente a mulher da minha vida.  Submeti ela a várias provas de fogo, e ela passou em todas, com nota máxima! Meu amor é demais!

Assista às 25 provas de amor abaixo:

[youtube=https://www.youtube.com/watch?v=Ez8BLRLxv4A]

No vídeo eu falo de 25 provas, mas foram muito mais e isso na verdade é uma brincadeira, é claro que não fiz isso para testar o amor dela por mim e nem foi isso que me fez casar com ela. Meu amor, te amo!

Além das 25 provas do vídeo, a Pá também topou:

  1. Carregar um tapete desde o início da manhã na Síria. Estávamos passeando num Souk e logo no começo do dia, minha mãe achou um tapete lindo e a Pá falou pra ela comprar, mas minha mãe ficou na dúvida porque íamos ter que carregar o dia todo, aí a Pá: compra que eu carrego! Minha mãe comprou, ela carregou e eu não ajudei, afinal, ela tinha que cumprir o que tinha falado hehe! E ainda ela levou o tapete na mala dela por mais uma semana de viagem.
  2. Quando morávamos nos EUA, ela ia me buscar na academia do trabalho à meia noite.
  3. Coloquei ela pra escalar uma pedra de 20m de altura na Tailândia e falei que era pra ir até o fim, que não podia desistir. Ela escalou os 20m, mas um dinamarquês de 1,85m, que estava conosco, cara forte pra caramba, desceu e quase chorou de medo, não deu conta.
  4. Nesta lua de mel, resolvemos fazer algo de diferente. Fomos pra África do Sul, mergulhar com tubarão branco. A água? Geladíssima! Ahauehae, pra quem não entendeu a pegada, assista Luiza Marilac no YouTube.
  5. Fomos de avião + ônibus + barco + moto de baixo de chuva passar o aniversário de namoro em uma ilha na Colômbia. Detalhe: carregando a mala no colo e sobre estrada de terra, uma verdadeira lama!
Tapetes na Síria
Olha aí a prova: Pá com a sacola do tapete nas mãos.
Escalada na Tailândia
Meu amor escalando 20m de altura!
Mergulho com Tubarão Branco na África do Sul
Mergulho com Tubarão Branco na África do Sul
Indo celebrar aniversário de namoro!
Indo celebrar aniversário de namoro! Antes de começar a chover!

É isso, por enquanto a contagem está em 30 provas, go honey, go!!!

Até a próxima!

Lua de Mel – Quênia – Amboseli – Mais Fotos

É, de fato o Flickr se tornou meu lugar preferido para criar meus álbuns de fotos. No post anterior, postei um álbum de Masai Mara, e agora é a vez de Amboseli, para compementar as fotos que eu já tinha publicado, neste post, quando eu ainda estava na África.

Clique na foto abaixo para abrir o álbum de fotos de Amboseli:

Kili Zebras
Clique nas zebras acima para abrir o álbum de fotos de Amboseli.

Lua de Mel – Quênia – Masai Mara – Mais Fotos

Estou fazendo este post para complementar o post anterior com as melhores fotos que tirei de Masai Mara!

As minhas favoritas são as dos leões! Foi muito emocionante ver essas feras de perto!

Vou começar a criar meus álbuns de viagens agora no Flickr, agora eles dão 1TB de armazenamento grátis e a interface deu uma evoluída legal. Os meus álbuns antigos continuarão no meu Picasa e poderão ser acessados a qualquer momento.

Clique na foto abaixo para abrir o álbum de fotos de Masai Mara no Flickr:

Clique para abrir o álbum de Masai Mara
Clique no Leão para abrir o álbum de Masai Mara

Lua de Mel – Quênia – Masai Mara

Já se passaram alguns dias após nosso retorno da lua de mel mas não poderia deixar de escrever sobre este lugar maravilhoso no Quênia!

Depois de fazermos safari no Lake Nakuru (post passado), seguimos para Masai Mara, com certeza o lugar mais esperado da nossa viagem ao Quênia! Sabíamos que lá seria diferente… Mais animais, se é que isso era possível, não tinham trilhas onde os carros deveriam passar obrigatoriamente e o hotel… ah o hotel! Este post vai ser dedicado a ele, Entim Camp!

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Viagem de carro longa, rodovias perigosas e quando chegamos na reserva ecológica, nada de sinal do nosso hotel. Estávamos perdidos! O Laurence, nosso guia/motorista, pediu informação a outros guias e eu e o Dri ficamos imaginando o que ele deveria ter tido como resposta… Talvez um:

– Está vendo aquela árvore na sua frente? Passe por ela e depois das zebras vire à direita… vai encontrar elefantes, siga reto e atrás de umas moitas estará a entrada do hotel!

Não tinha NADA além de árvores, mato, alguns poucos carros (encontramos apenas 2) e animais!

Procurando nosso acampamento!
Perdidos procurando nosso acampamento!

Não estávamos muito errados sobre a resposta pois nosso hotel estava atrás de uns arbustos, não dava para acreditar que alguém conseguiria chegar lá pois não havia nenhuma sinalização. Na verdade, não dava para perceber que existia algum hotel em Masai Mara, eram todos escondidos sem interferir na paisagem!

Chegando no hotel, uma chuvinha nos acompanhou, não tinha lugar para o carro estacionar, havia apenas um caminho estreito por entre as árvores para os pedestres… Eu logo pensei: onde eu fui me meter?!

Chuvinha!
Chuvinha!

Pensei que este último hotel tivesse sido um equívoco… Mordi a língua!

O hotel não possui cercas para evitar os animais, o carro não chega na recepção, se é que tem uma recepção, fica na margem de um rio lotado de hipopótamos (que de noite gostam de ficar fora da água e muito perto da nossa tenda – leia-se barraca de luxo, fazendo muito barulho!), apenas 10 barracas, 1 lounge e 1 restaurante!

Nossa tenda!
Nossa tenda!

Os hipos!

Recebemos as orientações sobre horários de energia elétrica no quarto, horários das refeições e uma muito importante: Não andar sem o acompanhamento de um dos seguranças! Mal pude acreditar que aquilo era verdade…

Já estava maravilhada com a atmosfera do local e quando cheguei na nossa tenda… Uau! Um quarto muito confortável, banheiro, varanda com vista para o rio dos hipopótamos… O que mais poderíamos querer?

Nosso banheiro!

A cama!

 

Tudo nesta viagem foi pensado pelo Dri e a cada dia, uma surpresa para mim! Como pude ter casado com um homem tão maravilhoso?

Ah, esqueci de falar que no restaurante não tínhamos opções de pratos, quem escolhia era o chefe… Tudo maravilhosamente gostoso! Não tomamos café da manhã no hotel para termos mais tempo no safari e para isso, tínhamos a opção de levar a comida no carro.

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Pensei que fosse uma caixa com sanduíche e alguma bebida. Saímos bem cedinho para ver o sol nascer, encontramos alguns leões pelo caminho, filhotes deles também e já no meio da manhã, com muita fome, achei que fôssemos comer nosso café da manhã dentro do carro. Para minha surpresa, o hotel mandou uma cesta de piquenique, mesinha e cadeiras… O Laurence estacionou embaixo de uma árvore, perto de algumas zebras (sinal de que os leões não estariam por perto) e arrumou nosso café! Posso dizer que superou todas as expectativas! Fiquei impressionada como o hotel me ganhou nas pequenas-grandes coisas!

Filhotes de leão!
Filhotes de leão!
Bom dia!
Bom dia!

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-Bolsa de água quente embaixo das cobertas enquanto jantávamos para esquentar a cama;

– Ser acordado com café, chá ou chocolate quente na varanda da nossa tenda;

– Para finalizar, na última noite encontramos na nossa cama um bouquet de flores e um cartão desejando que nossa lua de mel tivesse sido inesquecível!

Não poderia ter sido melhor!

 

 

 

Lua de Mel – Quênia – Lake Nakuru

Bem vindo ao Lake Nakuru, o paraíso dos flamingos e dos rinocerontes pretos, que de pretos, não tem nada, só tem o interior da boca ou quando ficam sujos de lama.

Saímos cedinho de Abardares, deixando o The Arc e partimos para Lake Nakuru!

Chegamos por volta do almoço, e pegamos um quarto incrível com vista para o lago com uma varanda que era um verdadeiro camarote!

Nos foi aconselhado não dar bobeira com a varanda porque os babuínos lá entram nos quartos em busca de comida.

Almoçamos, fizemos uma uma ciesta e partimos pra um afternoon game drive (leia-se safari)!

Rapidinho chegamos no lago e no caminho um bosque muito style com árvores iguais compunham um padrão muito bonito!

Avistamos diversas aves, mas o que queríamos ver mesmo eram os rinocerontes: cinzas e pretos!

Pudemos ver um bando deles, inclusive uma mãe com seu filhotinho, lindo demais!

Estacionamos a beira do lago, descemos do carro e tiramos algumas fotos dos flamingos e zebras!

Voltamos para o hotel assim que o sol se pôs e tivemos um jantar muito gostoso com direito a música ao vivo!

Missão cumprida, vimos e registramos os rinocerontes e no dia seguinte partimos cedo para Lake Naivasha e em seguida Masai Mara

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Kwa heri!

Lua de Mel – Quênia – Amboseli

O post de hoje foi escrito pela Pá =), espero que gostem!

Saímos de Zanzibar logo cedo, com um aperto no coração por
estarmos deixando aquele paraíso mas ansiosos com o que o Quênia
iria nos oferecer!

Do alto, Zanzibar possui várias ilhotas perto que lembra bastante
o que já vimos nas Maldivas.

A viagem foi curta até Nairobi. Pudemos ver da janela do avião o
Monte Kilimanjaro bem de pertinho… Uma cena privilegiada!

No aeroporto de Nairobi havia uma pessoa nos esperando com uma
plaquinha na mão com nossos nomes. O nome dele é Laurence, nosso
motorista de safaris, que vai passar os próximos sete dias
conosco. Uma pessoa bem tranquila, super educado e doce. Nosso
Safari já começou ali!
Entramos no carro 4×4, com um teto que pode se elevar deixando um
espaço para podermos ficar em pé apreciando o que pudessemos ver
pela frente!
Saindo do aeroporto, o Laurence falou para ficarmos atento pois
era possível avistar zebras pelo caminho… as zebras não
apareceram mas mal pude acreditar ao ver na cidade, ao lado da
rodovia, uma girafa se alimentando!

Foi uma viagem longa até Amboseli, umas 4h, que valeram a pena.
Amboseli é um parque ecológico, sem cercas, ou seja, os animais
circulam como querem, um leão pode aparecer até em Nairobi.
Possui alguns hotéis e muitas vias para fazer safari. O nome
“Amboseli” significa “poeira” e pudemos comprovar o pq logo de
cara! É muuuuita terra fininha que sobe com o vento ou com o
passar dos carros.

Os pontos altos do parque são:
– Estar aos pés do Monte Kilimnjaro,
– Ter muitos elefantes… em um só dia vimos mais de 100!

Tudo por aqui é “muito”. Os animais andam em bando e para nossa
alegria, ou estavam com filhotes ou estavam em honneymoon!

Incontáveis zebras, guinus, elefantes, hipopótamos (fora d’água
em plena luz do dia, algo bem difícil de se ver), hienas com
bebes, algumas lindas girafas e um casal de leões apaixonados!

Os leões foram um caso a parte! A leoa super cansada por passar
as 2 últimas semanas sem caçar, apenas namorando e o leão deitado
ao lado dela, só esperando ela acordar e a protegendo de outro
leão que estava na espreita, perto dalí, querendo “roubar” a
leoa! Tudo isso bem pertinho da gente!

Nosso hotel fica no meio da natureza! Fomos presenteados com um
quarto com uma vista linda para o Monte Kilimanjaro, podíamos
vê-lo mesmo deitados na cama. O Dri mal acreditava e quis logo
fotografar tudo! Conversou com o segurança do hotel para saber se
era seguro deixar a câmera dele na varanda do quarto, tirando
fotos automaticamente durante a noite toda (o medo é dos macacos
aparecerem e levarem a cam!). O swahili do Dri ajuda muito!
As pessoas perguntam se ele mora em Nairobi e ele só tem
aprimorado aprendendo mais frases a cada dia!

O quarto do hotel era maravilhoso! Segundo o Dri, parecia uma
barraca do Indiana Jones, só que “playboy”… Tenho que rir com
os comentários do meu marido!

Amamos tudo o que vimos e vivenciamos neste lugar! Foram 2 dias
incríveis que ficarão para sempre na memória!

Saindo daqui, vamos seguir viagem para Abardares, que é o local do hotel do post anterior!

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Criei um álbum no Flickr com muito mais fotos e você pode vê-las clicando aqui.

Kwa heri!

Lua de Mel – Quênia – The Arc

É incrível como depois de um dia tão emocionante como foi o do restaurante The Rocks, eu pudesse me surpreender tanto nos dias seguintes também. Foi assim com o Quênia!

Este é um post já do 3o dia no Quênia, mas depois eu volto para contar como foram os dois primeiros.

Depois de partir cedo, ás 7h30, de Amboseli, e de me despedir do Kilimanjaro, tiramos algumas fotos no caminho e pegamos a estrada em direção ao Parque Abardares.

Até sair do parque de Amboseli, estrada de terra, por uns 30min, deopis asfalto, mão dupla! Na primeira 1h de viagem, vimos mais vacas atravessando a pista do que carros passarem. Mas em algum momento, já mais perto de Nairobi, o trânsito começou a ficar pesado, engarrafamento, poluição, muitos caminhões e ultrapassagens bem tensas!

Pra quem é de Brasília e conhece a fábrica de cimentos Fercal, aqui, a fábrica de cimentos se chama Simba e seu slogan é: “King of the concrete jungle.”. E a logo, é claro, é um leão! A galera da escalada deve ter curtido esse paragrafo!

Paradinha para almoçar em Nairobi, chegamos antes do almoço ser servido, então aproveitei para ir sacar dinheiro. Tensão! O caixa mais perto era num shopping, parecido com o que sofreu o ataque terrorista aqui em Nairobi, há mais ou menos um mês e onde mais de 70 pessoas morreram. Policiais nas entradas do shopping revistam as pessoas, fui rapidinho no caixa, saquei a grana e voltei são e salvo pro hotel aonde iríamos almoçar.

Almoço top, free wi fi, boa hora pra ver alguns emails e postar foto no instagram =).

Depois de mais 3h de carro, chegamos no Country Club de Abardares, deixamos nossas malas e só pegamos uma muda de roupas para passar uma noite no The Arc. Wow de novo! Mais um lugar incrível que nos surpreendeu, já conto o porquê.

O hotel fica numa região montanhosa, aproximadamente 2500m acima do nível do mar. Vegetação mais densa e alta, mais complicado de avistar animais de longe, porém esse clima diferente deu novos ares ao Safari.

Entre o Country Club e o The Arc, fomos levados de ônibus e logo na entrada do parque já encontramos javalis (no estilo Pumba do Rei Leão), búfalos (ok, isso a gente vê no Brasil), elefantes (legal, já tínhamos visto centenas em Amboseli), mas, mesmo de longe, avistamos leopardos, wow, fiquei muito feliz, eles são mais raros de se ver e já vimos logo dois.

O hotel é muito legal, todo de madeira e a ideia é ser uma Arca de Noé. Ele fica estratégicamente localizado em frente a um laguinho onde cirulam animais o dia e a noite inteira. De qualquer lugar do hotel pode-se observá-los pelas janelas de vidro ou varandas.

Onde quer que você esteja, você olha pela janela e parece que você está assistindo ao National Geographic ao vivo!

Nos primeiros 30min de hospedagem já pudemos ver vários elefantes, búfalos e uma hiena.

O hotel tem câmeras ao vivo 24h/dia e quando algum animal é visto, eles tocam uma sirene, para todo mundo ir para algum observatório. As sirenes tem um código: se tocar uma vez significa elefante, duas, rinoceronte, três, leopardo, e 4 vezes, algum animal mais raro, como uma hiena, que tivemos a sorte de ver já duas vezes.

Outra coisa que faze o hotel ser muito legal: os quartos possuem roupões pendurados num cabide perto da porta, para cada toque uma sirene e você esteja desprevinido no modo de vestir, é só botar o roupão e correr pra um observatório.

Eu falei que era friozinho aqui né? Voltar da varanda fria pra cama no meio da noite deve ser ruim né? Não aqui, eles colocam umas bolsas de água quente de baixo da coberta para esquentar a cama, demais né?

Mais uma curiosidade: as portas dos quartos não tem chave, basta apertar a maçaneta e entrar.

A decoração é incrível, de madeira, com sofaszões e poltronas de couro, com mantas de estampa de zebra, leopardo e uma cabeça de rinoceronte na parede, em cima de uma lareira. Mas tudo de mentira, só pra ambientação e para deixar o lugar muito aconchegante!

Jantamos, com dieito a salada, sopa, principal e sobremesa, tudo no esquema full board. Fomos para o quarto tomar banho, quando tocou a sirene três vezes, era um leopardo na frente do The Arc. Me vesti rapidamente, peguei a máquina, mas quando cheguei lá, ele já tinha se escondido na mata, de qualquer forma, foi divertido ouvir a sirene e ter que sair correndo para ver o que que é!

Noite tranquila, cama quentinha, acordamos cedo, pra variar, e partimos rumo ao Lake Nakuru!

Seguem alguns cliques da estada, ou seria estadia, já que estávamos na Arca de Noé?

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Kwa heri!

 

Lua de Mel – Zanzibar – The Rocks

Lua de Mel – Zanzibar – The Rock Restaurant

WOW! O post de hoje vai ser dedicado ao restaurante mais incrível que eu e meu amor já
fomos na vida, o The Rocks Restaurant.

No dia anterior a noite, havia feito uma reserva para 2 as 13h no The Rocks. Eu já havia
visto fotos, mas sempre desconfiei que aquilo ali pudesse não ser verdade. A ligação para a
reserva era um primeiro passo para começar a acreditar.

Ontem de manhã, liguei novamente para confirmar e eles já tinham meu nome lá, o sonho pra
mim já estava se tornando realidade ali naquele momento.

Como os taxis no hotel eram mais caros, fui até a praia pra falar com o Said, um local que
eu tinha ficado brother e que arrumou uns tours pra gente durante toda nossa estada na
ilha.

Fechamos um preço, e as 11h15 partimos para confirmar se o restaurante realmente existia.
1h45min e 90km depois, chegamos em Michamwi Pingwe, a praia onde fica o The Rocks.

Saimos do carro, e lá estava ele, em cima da pedra, com cobertura de palha e paredes
branquinhas. A Pá ficou tão emocionada que falou que estava com vontade de chorar. Eu não
sabia se o sonho tinha se concretizado ou se ainda estava sonhando.

Fomos logo em direção a ele, tirando muitas fotos pelo caminho e andando com cuidado, pois
o caminho até ele é de areia, pedras, algas e musgo. Era mais escorregadio que perigoso.
Pra dizer a verdade, parecia até um tapete de tão macio e fofinho que era pisar ali. A Pá
logo avistou um barco tradicional Zanzibariano e fomoo em direção a ele. Mas, antes, subi
as escadas que levam ao restaurante para deixar nossos chinelos e para ir ao banheiro.

Nossa reserva estava pronta e nossa mesa preparada a direita, sob uma janela que dava para
uma das vistas mais espetaulares que já tivemos.

Cumprimentei os garçons: Mambo Jambo, Habari za Mchana e disse que voltava em breve.

Fui em direção a Pa que ja estava dando uma volta pela parte mais fácil de areia e indo em
direção aos barcos. Ela corria, pulava, rodava de tão feliz! E de longe eu ouvia: Meu
amooorrr, vemmm, isso aqui é muito linnndooo, nooossaaa!!!

Ficamos tirando fotos por 40min, nem vimos o tempo passar ou sentimos o Sol das 13h45, foi
um dia perfeito!

Chegou a hora de almoçarmos, recebemos o menu e a carta de vinhos, que vinham enquadrados
com direito a moldura e vidro. Não resisti, eu tinha que celebrar, falei pro meu amor que
o momento pedia uma Champanhe, e mesmo ela não bebendo concordou! Escolhemos nossos
pratos, a Pa pediu um Tagliatelle com lagosta e eu o The Rock Special, um combinao com
lagosta, camarão jumbo, peixe e calamari.

Brindamos, tiramos mais fotos, e quando chegou a comida, OMG, WOW, era muita comida. Eu
não sabia que meu prato dava pra dois, vieram cerca de quatro lagostas pequenas, uma
fileira enorme de calamari, eu nunca havia visto calamari assim, parecia uma coluna
vertebral, branca cheia de vértebras, mas só de carne. Um camarão jumbo, jumbo mesmo e
mais dois filés de peixe, mas uma salada e batatas fritas de acompanhamento.

Comecei pelo camarão, uma delícia! Depois fiquei alternando entre os outros frutos do mar.
Por mais que eu me esforçasse, só não sobrou camarão, nem consegui tocar em duas das
lagostas e um filé inteiro do peixe. Foi meio triste não conseguir comer a comida, não
costumo deixar nada no prato, principalmente quando se trata de pratos tão gostosos e
raros no meu dia dia.

A Pá também não aguentou o dela, e o que geralmente acontece, eu como o que sobrou, mas
dessa vez, não teve jeito.

Bebi quase toda champanhe, já estava alegre com a comida e o lugar, fiquei mais ainda com
o álcool hehe.

Na frente do The Rocks, tem uma varanda, tipo um lounge, e ficamos lá tirando fotos
enquanto a maré subia e fazia o restaurante virar uma ilha.

Quando deu quase 16 horas, tomamos coragem de ir embora, não queríamos sair de lá, era uma
experiência meio mágica!

Mas, sabíamos que se já era hora de irmos!

Demos as últimas contempladas do restaurante e da paisagem e descemos as escadas para
andar até a praia, só que agora, com água até o joelho, um desfecho simplesmente pereito!

Da praia, tiramos as últimas fotos, encontramos uma local e pedimos pra ela registrar esse
momento inacreditável de nossas vidas: eu e meu amor em frente ao restaurante mais
incrível que já soubemos da existência!

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Kwa heri! Lala salama!

Lua de Mel – Zanzibar – Dive

Acordamos as 7 e partimos 8h15 para mergulhar aos arredores de Mnemba, uma ilha particular que possui um hotel com apenas alguns quartos exclusivos ($$$$$).

Saímos do hotel e fomos caminhando para o Dive shop, onde pegamos um barco no estilo bote inflável e partimos em direção a Mnemba. Depois de uns 20min de barco, encontramos alguns golfinhos no caminho, que surfaram as ondas feitas pela barco, ficamos andando em círculos por alguns segundos e vendo-os surfar.

Fizemos o primeiro mergulho de rotina, o famoso check dive e com a água a 26 graus, vimos garden eels, reef fishes e blue spotted ray (arraia de bolinhas azuis). Ficamos submersos por cerca de 50min e profundidade média de 15m, max de 18m. Havia uma corrente forte, mas estávamos a favor, então pratiamente nem precisamos nadar, só ficar parado e esperar a corrente te levar.

No segundo mergulho, condições muito semelhantes, mas desta vez pudemos ver um white tip shark há uns 4m de distância assim como outras duas blue spotted rays.

Uma das dive guides era Argentina e estava trabalhando em Zanzibar pela segunda vez. Filha de donos de dive shops, tem centros de mergulho em Puglio e Sardenha, na Itália, pegamos o contato dela =).

De tarde ficamos na piscina e de noite massagem no Spa com direito ao barulho do mar e pôr do sol na beira da praia.

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Nungwi Beach. Masai vindo em nossa direção!
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Em frente ao Dive Shop: East Africa Divers
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Golfinhos no caminho de Mnemba
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Mnemba Area / Dive Sight
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Ainda em frente do Dive Shop.
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Silhueta de um Masai, tirada da praia do nosso Hotel.
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Mesa de jantar que nos aguarda amanhã!
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Meu amor no Spa ao por do sol.
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O Dive Shop.

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#hardlife
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Da varanda do quarto.
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Da varanda do quarto, mas virado pra entrada do hotel.

Em breve, mais fotos!

Abs